quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Pratos típicos da ceia do Natal, como tender e peru, também combinam com cervejas



Farta e colorida, a ceia de Natal é, no paladar, tal e qual aparenta: rica em aromas e sabores. Confira dicas de como combinar os pratos típicos desta época do ano com cervejas.




Peru de Natal feito pelo chef Carlos Ribeiro, do restaurante Na Cozinha
 
PERU
Colorado Cauim - R$12,00 (600 ml)*
Cerveja pilsen com fécula de mandioca em sua composição e 4,5% de álcool. Aroma gostoso de cevada e harmonia entre doce e amargo, adequada ao peru e seus acompanhamentos.
TENDER
Backer Pale Ale - R$7,00 (355 ml)
Com 4,8% vol. de álcool, tem denso equilíbrio de sabores e amargor ligeiro, bom para se contrapor a essa receita tradicionalmente adocicada.
PERNIL DE PORCO
Therezópolis Ebenholz Rauchbier - R$10,00 (600 ml)
Perfeita para carnes assadas, tem sabor forte de malte e um deliciosa sugestão defumada ao paladar. Tem 5,5% em volume de álcool.
PATO AO MOLHO DE LARANJA
Xingu - R$1,70 (355 ml)
O ideal é o contraste. O equilibrado amargor dessa cerveja escura e cremosa, com 4,6% de teor alcoólico, favorece a harmonização com o molho adocicado desse clássico prato francês.
CHESTER
Eisenbahn Weizenbock - R$7,00 (355 ml)
Um típico caso onde é mais interessante investir na cerveja do que no prato. Com 8% de álcool, ela é "temperada" (aroma de cravo e torrefação) e bem maltada. Ajuda a levantar o gosto do frangão.
LOMBINHO DE PORCO
Baden Baden Weiss - R$11,50 (600 ml)
Uma cerveja refrescante, com 5,2% de álcool e um levíssimo amargor que se contrapõe bem a essa carne saborosa e aos seus acompanhamentos normalmente adocicados, como ameixa e abacaxi.
MAMINHA
Caracu - R$2,00 (355 ml)
Receita rápida: tempere bem a maminha e leve ao forno com uma mistura de Caracu (uma garrafa) e molho de tomate (uma caixinha). A cerveja escura, com 5,4% de álcool, torna-se a acompanhante natural da carne.

Bacalhau ao forno com grão-de-bico da Taberna 474
 
BACALHAU
Bamberg Weizen - R$14,00 (600 ml)
Os típicos pratos de bacalhau à portuguesa, com muito azeite e alho, pedem cervejas leves mas com certo vigor, para balancear o gosto final. Caso da Bamberg Weizen, com 5% de álcool.
SALADAS DE FOLHAS, QUEIJOS E FRUTAS SECAS
Paulistânia - R$7,50 (600 ml)
O lance aqui tem mais a ver com o tempero da salada. Não pode ter muito vinagre, que causa "stress" ao paladar. Mais azeite é o ideal para harmonizar com essa cerveja clara e maltada, com 4,8% de álcool.
SOBREMESAS
EikBier Porter - R$13,00 (600 ml)
As cervejas do estilo Porter, cremosas e com sabor tostado, podem ser uma alternativa para acompanhar doces, sobretudo à base de chocolate. A EikBier Porter tem 6% de teor alcoólico.
*Preços médios em lojas e supermercados. 

ONDE COMPRAR
 
Lojas e mercados
Empório Alto dos Pinheiros
Rua Vupabussu, 305, Pinheiros
Empório Frei Caneca
Rua Frei Caneca, 569, Consolação
Emporium São Paulo - Itaim
Rua Pedroso Alvarenga, 803, Itaim Bibi
Emporium São Paulo - Vila Nova Conceição
Rua Afonso Braz, 431
Empório Kefraya
Avenida Moaci, 155, Moema
Empório Laura Aguiar
(11) 2977-0471
Rua Dr. Gabriel Piza, 559, Santana
Makro Speciale
Rua Carlos Lisdegno Carlucci, 519, Butantã
Supermerc ado Zaffari
Rua Turiaçú, 2100, Pompéia (Shopping Bourbon) 

Lojas virtuais
Empório Fribourg
www.emporiofribourg.com.br
Laus Special Beers
www.lausbeer.com.br
Santa Cerva
www.stacerva.com.br
 
Bares
Mellograno
R. Aspicuelta, 436, Vila Madalena
Frangó
Largo Matriz Nossa Senhora do Ó, 168, Freguesia do Ó
Asterix
Al. Joaquim Eugênio de Lima, 573, Jardim de Paulista
Empório Sagarana
Rua Marco Aurélio, 883 - Vila Romana 

Fonte: Folha

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Resultado do Amigo Secreto dos BBC

Boa dia galera!

Os BBC (Blogueiros brasileiros de cerveja) se reuniram para fazer um amigo oculto nesse final de ano. Bem, não exatamente se reuniram, já que foi sorteado virtualmente. Mas o fato é que vamos todos trocar itens relacionados a cervejas, incluindo, claro, a dita cuja. Enfim, hoje é dia de revelar o amigo secreto.

Portanto, o meu amigo secreto é o: Luciano Castro do blog OMC Homebrewer´s (omcervejeiro.blogspot.com)

Já, já você receberá umas ótimas cervejas brasileiras.

Grande abraço a todos.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Valor de mercado da ambev atinge R$200 bilhões

A  AmBev, dona das marcas de cervejas Brahma, Skol e Antartica, atingiu hoje a marca histórica de R$ 200 bilhões de valor de mercado. As ações preferenciais da companhia (AMBV4) lideram as maiores altas nesta quinta-feira na Bovespa, sendo negociadas a R$ 64,38 perto das 14h40, com uma valorização de 1,47%.

Mas ainda é preciso esperar pelo fechamento do pregão para saber se os papéis da companhia vão se manter neste patamar, dizem analistas.“ A bolsa anda muito volátil e o mercado pode virar”, afirma Leonardo Zanfelicio, analista da corretora Concórdia. A acentuada valorização da AmBev tem dividido o mercado. Para alguns, as ações já estariam excessivamente valorizadas.

O valor de mercado da AmBev já se aproxima do valor de mercado da Vale, maior produtora de minério de ferro do mundo, cujas ações estão em baixa devido a uma série de más notícias neste ano. Na avaliação de analistas, o fato de as duas empresas valerem hoje o mesmo preço demonstra uma distorção e uma irracionalidade do mercado.

Nesta quinta-feira, por volta de 14h40 as ações preferenciais da Vale (VALE5) eram negociadas a R$ 38,46, com uma queda de 1,54%. Com isso, o valor de mercado da companhia estava próximo de R$ 206 bilhões.As ações ordinárias da AmBev (AMBV3), porém, estão sendo negociadas em baixa de 0,33%, a R$ 51,53. 

Muitos investidores, sobretudo estrangeiros, saíram comprando papéis da AmBev, que controla 70% do mercado brasileiro de cerveja, por acreditarem que, em tempos de crise, as ações da companhia são um porto seguro. Os consumidores continuarão bebendo cerveja e a AmBev é, reconhecidamente, uma eficiente gestora de custos e uma boa pagadora de dividendos. 

A Vale, ao contrário, tem sido penalizada por uma série de más notícias, incluindo, mais recentemente, as rachaduras apresentadas nos dois lados do casco de seu super cargueiro, durante carregamento no Maranhão. “Mas consideramos que as reações do mercado tenham sido exacerbadas”, avalia a corretora Um Investimentos, em seu último relatório de recomendações de ações.

Se colocadas lado a lado, a AmBev é bem menor que a Vale. Os analistas estimam que a receita líquida da Vale será neste ano de R$ 104 bilhões e que o seu lucro líquido será de R$ 38 bilhões. As projeções são de que a AmBev alcance neste ano uma receita líquida de R$ 26,7 bilhões e que o seu lucro líquido se situe em torno de R$ 8,5 bilhões.

Fonte: iG

Homem sobrevive 3 dias no Alasca graças a cerveja congelada


Um homem sobreviveu três dias perdido no Alasca, nos Estados Unidos, alimentando-se apenas com cerveja congelada, até ser resgatado. Clifton Vial, 52 anos, saiu de casa na noite de segunda-feira e ficou atolado na neve, dentro da sua caminhonete, e sem rede no telefone.

Segundo a BBC Brasil, o veículo de Clifton ficou preso a cerca de 70 quilómetros da cidade de Nome e não conseguiu pedir ajuda. "Fiz uma tentativa de tirar o carro de lá, mas estava muito atolado. Teria congelado antes de conseguir tirá-lo de lá", contou.

Clifton sabia que só dariam pela sua falta quando, na tarde de terça-feira, não fosse trabalhar. O que tinha que fazer era manter-se quente.

Sem comida, apenas com algumas latas de cerveja que congelaram, Clifton tentou alimentar-se mesmo assim. Abriu as latas da cerveja e "comeu" o seu conteúdo.

As autoridades foram alertadas na tarde de quarta-feira, 24 horas depois de ter faltado ao emprego.

Para o sobrevivente, pior do que a fome foi mesmo o frio, chegando mesmo a enfrentar os 17 graus negativos que se sentiram na noite de quarta-feira.

Clifton amarrou uma toalha de banho nos pés e ligava o aquecimento do carro apenas algumas vezes, para poupar combustível.

"Tentava dormir, mas sabia que poderia não acordar", confessou.

A equipa de resgate encontrou o veículo no início da tarde de quinta-feira, quando já estava praticamente sem gasolina.

Clifton emagreceu mais de sete quilos durante o tempo que esteve isolado e não apresentava ferimentos causados pelo frio. 

Fonte: TVI24

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

LaVecchia de Búzios

Foram adicionadas hoje ao Empório Fribourg as criações da LaVecchia, primeira cervejaria da cidade de Armação dos Búzios, na região dos lagos do Rio de Janeiro.

Ela vem em quatro estilo: uma Stout, com 6,5% de teor alcóolico, uma Munich, também com 6,5% de teor alcóolico, uma Pilsen e a uma Pale Ale, ambas com 5,5% de teor alcóolico.




domingo, 4 de dezembro de 2011

Governo poda criatividade das cervejarias artesanais


Proibições de ingredientes e até de nomes de produtos por parte do Ministério da Agricultura vêm barrando a atividade – e a criatividade – de microcervejarias no país. No último ano, o movimento tem se intensificado, impedindo lançamentos de novas cervejas e atrapalhando até o processo de criação das bebidas.


 Na formulação, os desentendimentos ocorrem pela proibição de determinados insumos na produção das cervejas. No caso dos nomes, as decisões são mais subjetivas: o governo tem impedido o uso de títulos ou adjetivos que supostamente confundiriam os consumidores.

O produtor Samuel Cavalcanti, dono da cervejaria Bodebrown, de Curitiba, passou pelas duas situações. Na tentativa de criar sabores e variações da bebida, já teve alguns de seus produtos barrados. Foi o caso de uma cerveja que usaria lactose – o ministério não teria entendido a função que o insumo teria na bebida e, por isso, proibiu seu uso.

Episódio semelhante ocorreu com a DaDo Bier, de Porto Alegre. No início do ano, ela foi proibida de vender uma cerveja com sabor de chocolate. O problema apontado pelo ministério foi que não está prevista a utilização de derivados animais, caso do leite em pó, na produção de cervejas nacionais. Junto com sua parceira, a chocolateria Kopenhagen, a DaDo Bier insistiu no projeto. Reformulou o produto, retirando o ingrediente proibido, mas a bebida foi novamente barrada, por causa do uso de outro insumo.

“A criação de produtos diferentes, inusitados, com novos sabores é um dos maiores trunfos das cervejarias artesanais. Diferentemente do que parte do Ministério da Agricultura pode pensar, não estamos descaracterizando a cerveja, mas trazendo inovações para ela, como ocorre no mundo inteiro”, diz Cavalcanti, da Bodebrown.

Nome perigoso

Há cerca de dois anos, a cervejaria curitibana foi aconselhada pelo Ministério da Agricultura a alterar o nome de uma de suas criações, a cerveja Venenosa, a fim de evitar possíveis mal-entendidos. A cervejaria acatou a decisão e o produto passou a se chamar Perigosa. Outras empresas do país também já sofreram com o problema ao registrar nomes que fazem relação a outros produtos, como o chocolate ou a rapadura.

“Entendemos que o tema é novo e por isso a regulação do setor não está completamente atua­­lizada. Mas, ao mesmo tempo, o ministério também não tem olhado para o tema com a atenção necessária”, afirma Eduardo Bier, da DaDo Bier.

Contradição

Bier e Cavalcanti veem incongruências na regulamentação vigente, uma vez que produtos importados com ingredientes e nomes já proibidos para as cervejas nacionais podem entrar no país sem problemas. Para o dono da Bodebrown, essa diferença no tratamento dispensado ao produto importado e ao nacional evidencia que desentendimentos e proibições têm origem na falta de adequação das normas à realidade das novas cervejarias.

“A nossa relação com os fiscais e, de forma geral, com o ministério, é positiva. O problema está na regulamentação, que deixa muito a desejar e atrapalha nossas atividades”, diz Cavalcanti.

Bares

O constrangimento chegou aos locais de venda dos produtos. Semanas atrás, bares curitibanos foram visitados por fiscais do ministério e tiveram de retirar algumas cervejas artesanais de circulação.
O responsável pela questão no Ministério da Agricultura não pôde atender à reportagem quanto aos casos pontuais das cervejarias. Por e-mail, o órgão afirmou que as inspeções vêm sendo feitas dentro do cronograma anual da pasta e não teriam sido intensificadas nos últimos meses.