A Anheuser-Busch InBev, a maior cervejeira do mundo, teve lucro no
terceiro trimestre bem acima do que o esperado depois de cobrar mais
caro pela mesma quantidade da cerveja.
A fabricante da Budweiser,
Stella Artois e Beck''s convenceu os brasileiros a pagarem preços mais
altos e viu os consumidores norte-americanos mudarem para marcas mais
caras apesar do esfriamento da economia.
A companhia com sede na
Bélgica informou nesta quarta-feira que teve alta de 5,5 por cento no
Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação
e amortização) em relação a um antes, para 3,97 bilhões de dólares,
acima da previsão de mercado de 3,88 bilhões de dólares.
O volume
total de cerveja e outras bebidas caiu 0,2 por cento em relação ao
terceiro trimestre do ano passado, mas a receita subiu 3,6 por cento.
A
companhia espera um impulso no volume de vendas no quarto trimestre,
principalmente por causa dos níveis relativamente baixos no Brasil um
ano antes.
O aumento do custo das commodities pode ser compensado
por mecanismos de hedge, economias em novos contratos e melhor
eficiência, afirmou a AB InBev.
Em contraste, a dinamarquesa
Carlsberg, quarta maior fabricante de cerveja do mundo, anunciou
resultados nesta quarta-feira abaixo das expectativas e perdeu grande
fatia de mercado na Rússia, embora tenha mantido a previsão para o
fechado do ano.
Em outubro, a Heineken tinha anunciado um
surpreendente aumento no volume de vendas e na receita, ajudada por
recuperação na Rússia e pelo fortalecimento de mercados na África.
Fonte: Terra
Fonte: Terra
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