quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Chegaram nossos kits de natal!

Agora você pode presentear alguém especial com ótimas cervejas artesanais em embalagens exclusivas!

Tem para todos os gostos e bolsos, podendo escolher entre vários estilos. Além disso, alguns deles vêm com trufas e barras de chocolate da Cacau Show, e o kit Gotas de Chocolate vem com um chocotone com gotas de chocolate.

Conheça alguns deles:








segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Conheça o Mestre das Poções


Chegaram ao Empório Fribourg as Poções do Mestre das Poções de Araras. São três versões: Poção da Lua Nova (Fermentada durante a Lua Nova), Poção de Trigo da Lua Cheia (Fermentada durante a Lua Cheia) e a Poção do Rubor da Menina (Fermentada durante a Lua Minguante).

Conheça um pouco mais sobre elas:

Poção da Lua Nova

Esta foi, e continua sendo, a poção mais desafiadora para o Mestre Alquimista. A influência da Lua Nova é traiçoeira e cruel, é necessária muita atenção e cuidado no processo alquímico para que a poção não desande. Mas ao ser devidamente preparada, esta poção revela o lado introspectivo que a Lua Nova nos proporciona.

A Lua Nova sempre traz consigo a escuridão e o mistério. É a fase em que a Lua esconde seus segredos e mostra que ela também gosta de descansar. Ao fazer isso ela deixa a humanidade cega e perdida na noite. Na realidade ela nos dá a chance de olharmos para nós mesmos invés de olharmos para os outros, é o momento de introspecção que toda a humanidade perdeu. A Lua Nova nos lembra todos os meses que é necessário ficarmos cegos para voltarmos a enxergar o que somos.

A Poção da Lua Nova é uma bebida destinada a iluminar nossa mente para o autoconhecimento.

Não nascemos sábios, nem donos da verdade e para conseguirmos ter um lapso de compreensão do mundo ou de nós mesmos é necessário tempo. Assim também é com a Poção da Lua Nova, ela deve ser maturada na garrafa por pelo menos 1 mês, de pé, em um ambiente fresco e ao abrigo da luz. Leve-a a geladeira com cuidado para não perturbar seu sedimento e deguste-a em torno de 6 graus.

Como se trata de uma poção de iluminação pessoal e de liberdade de expressão, sugerimos degustá-la em um momento de solidão pessoal, ou durante um jantar com seus amigos acadêmicos. Acompanha perfeitamente carnes de caça.

A Poção da Lua Nova é de tiragem limitada. São produzidos entre 60 e 120 litros por zodíaco, algo entre 100 e 200 garrafas. Cada garrafa é numerada identificando a produção total e seu zodíaco, aprenda como identificar a sua.

Frase mágica de ativação da Poção, ou brinde especial: "Lua Nova, Lua Nova. Desmistifique meus pensamentos e revele seus encantos."

Poção de Trigo da Lua Cheia

A Lua Cheia sempre foi a que mais fascinou os magos, alquimistas, druidas e os enamorados. A possibilidade de se poder ver clara e totalmente este satélite é um dos fatores óbvios de sua admiração. Mas sua luminosidade vem dos raios de sol refletidos em sua crosta, que muda as características e a composição da luz do sol, conseqüentemente seus efeitos sobre nós. Imagine então sua influência sobre a levedura e sobre a cerveja assim produzida.

A influência da lua cheia durante a fermentação da Poção de Trigo da Lua Cheia potencializa a combinação das especiarias com o malte de trigo, trazendo aromas surpreendentes de anis. O sabor suave e macio ilude aqueles que não percebem que esta se trata de uma cerveja encorpada.

Esta poção, ou cerveja, é de alta fermentação. Por levar trigo em sua receita para potencializar as características da lua cheia, muitos esperam uma cerveja do tipo weiz, mas a consideramos uma "ale com trigo". A característica deste tipo de cerveja de trigo é sua aparência castanha e menos turva que a tradicional weiz.

A carbonatação ocorre naturalmente durante a refermentação na garrafa, o que ajuda na formação dos depósitos no fundo da garrafa e elimina todo o oxigênio existente, evitando a oxidação da poção. Isso garante alta durabilidade e eleva a Poção de Trigo da Lua Cheia ao status de cerveja de guarda.

A Poção de Trigo da Lua Cheia é de tiragem limitada. São produzidos entre 60 e 120 litros por zodíaco, algo entre 100 e 200 garrafas. Cada garrafa é numerada identificando a produção total e seu zodíaco, aprenda como identificar a sua.

Deguste-a numa noite fresca de lua cheia, deixando que os raios prateados banhem seu copo e seu corpo. Experimente esta magia.

Frase mágica de ativação da Poção, ou Brinde especial: "Lua Cheia que banha nosso copo e corpo, iluminai o caminho para nossa felicidade."

Poção do Rubor da Menina

A Lua Minguante é o prelúdio da escuridão, pois antecede a Lua Nova, assim como o crepúsculo diário antecede o cair da noite. E é neste lusco-fusco que as vergonhas se perdem e as raposas saem para caçar. Inspirado nesse contexto, o Mestre Alquimista desenvolveu a receita da Poção do Rubor da Menina.

Uma bebida nobre temperada com sementes especiais e fermentada durante toda a Lua Minguante. Esta lua traz a esta poção a magia do encantamento e do desconhecido, ilumina a mente e inspira os poetas em busca das perfeitas palavras. Traduz a simplicidade da concepção em um sabor mágico. É surpreendente encontrar aromas doces e sedutores.

A Poção do Rubor da Menina é uma cerveja para aqueles que gostam de saborear a vida e de desfrutar momentos hedonistas, sem vergonha de admitir que querem ser felizes.

A refermentação na garrafa ocorre durante a Lua Crescente o que lhe garante características de renovação e esperança.
É uma poção, concebida para maturar no mínimo 1 mês na garrafa, de pé, para que todos os sedimentos de sua produção sejam depositados no fundo. Como não é filtrada, esta maturação é necessária para suavizar seu impacto e deixá-la mais mágica. No geral recomendamos não consumir estes sedimentos marcados por fortes sabores de levedura e lúpulo, mas há quem os aprecie.

A Poção do Rubor da Menina é de tiragem limitada. São produzidos entre 60 e 120 litros por zodíaco, algo entre 100 e 200 garrafas. Cada garrafa é numerada identificando a produção total e seu zodíaco, aprenda como identificar a sua.

Deguste-a na companhia daqueles que ama ou ouvindo uma música que te emocione. Dê preferência para degustá-la junto com uma entrada ou petiscos.

Frase mágica de ativação da Poção, ou Brinde especial: "Que a raposa deixe a lebre em paz, pelo menos por esta noite."

Impressões de um Juiz cervejeiro no Brasil


Como alguns de vocês devem saber, circulou nos últimos dias pelo Brasil Gordon Strong, juiz cervejeiro (sim, existe essa categoria, e não, o trabalho dele não é só uma maravilha…) e presidente do Beer Judge Certification Program (BJCP), entidade norte-americana cujo guia de estilos é usado como referência em concursos da bebida no mundo todo. Depois de passar por Blumenau, no Festival Brasileiro da Cerveja, e por Ribeirão Preto – onde penou com o calor de 37º C -, ele esteve em São Paulo para uma “saideira” antes de rumar para a Argentina. Na capital paulista, passou pelo Empório Alto dos Pinheiros, pela Cervejaria Nacional e pelo Frangó, onde o encontrei para uma conversa. E tomou muitas cervejas artesanais locais. Depois de toda a experiência, seguem algumas de suas impressões.

As favoritas: pela ordem, ele citou três. A primeira foi a gaúcha Green Cow IPA, da Seasons, de Porto Alegre (RS). Segundo Strong, ela poderia tranquilamente ser vendida hoje nos Estados Unidos como American IPA, por ser uma cerveja equilibrada, mas com uma marca forte. Já provei a cerveja no #degustwit há algumas semanas, e de fato é muito boa. Ainda na opinião dele, muitas cervejas brasileiras que lhe foram apresentadas como india pale ale não tinham defeitos e eram até boas, mas não poderiam ser classificadas como esse estilo. A segunda da lista de Strong foi a Colorado Vixnu, recém-lançada Double India Pale Ale da cervejaria de Ribeirão Preto – Strong conta que a tomou bastante fresca, com o barril saindo da fábrica para o evento em que compareceu em Ribeirão, e que ela agradou. A terceira da escalação do americano foi outra marca da Colorado, mas com uma “covardia”: uma Ithaca, Imperial Stout com rapadura preta, que tinha três anos de adega.

O mercado brasileiro: Strong disse que, de todas as cervejas que tomou, não jogou nenhuma fora por defeitos graves, o que, conta, já teve de fazer nos Estados Unidos. Ele elogiou as criações locais em geral, tanto em termos de qualidade básica como de ousadia.

A ressalva: o juiz do BJCP, porém, disse que, mesmo no festival de Blumenau, as cervejas foram servidas muito geladas, o que tira seu equilíbrio – citou como exemplo a perda de “potência aparente” do malte no aroma e sabor a baixa temperatura. “É um problema sério. Imagine que lhe pedem para analisar tecnicamente a pintura da Monalisa e, quando você começa a tarefa, apagam as luzes. Impossível!”

Críticas ao BJCP: Há alguns meses, houve um manifesto no Brasil criticando o que se chamou de “obsessão” nacional pelo guia de estilos do programa norte-americano. Não sei se outros a fizeram, mas, pela ligação de Strong com o BJCP, a pergunta era inevitável. O que achava disso? Ele brincou: “Há alguma tradução de ‘guidelines’ (algo como ‘linhas guia’/ N. do blog: leitores gentilmente sugeriram a opção “diretrizes, normas de procedimento”) para o português que dê a entender que se trata de uma obrigação imutável? Porque o que fazemos é justamente o que está escrito ali, guidelines. Há um item no nosso site que explica essa dúvida.” Ele defendeu a necessidade de definições de estilos em concursos. “Sem isso, teríamos apenas duelos de produtores que têm mais fãs. Além disso, o BJCP tem uma categoria ‘livre’, que pode englobar estilos diferentes dos tradicionais.”

Inclusão de marcas brasileiras no BJCP: Strong disse que planeja, sim, citar mais marcas nacionais como referências de estilo na próxima atualização do BJCP. Fez, afirmou, algumas anotações a respeito de certas cervejas que considera relevantes. Mas mudanças no guia devem sair na praça apenas em 2013.

Falha no sistema: perguntei como o BJCP tratava o caso da Schneider Original, cerveja de trigo alemã associada à “salvação” do estilo no Século 19, mas que hoje, mais escura que o padrão das Hefe Weissbiers Helles, não se enquadra no estilo do guia norte-americano. Strong admitiu que se trata de um problema, e que já defendeu inclui-la na categoria como exemplo da marca, mas com a ressalva de cor. O resultado prático até agora, porém, é inconclusivo.

Epílogo: Levei para ele degustar duas cervejas: uma Eisenbahn Dama do Lago, com três anos de garrafa, e uma Canoinhense Nó de Pinho. A primeira, na qual tinha grande expectativa, estava, porém, bastante oxidada, dominada pelas notas de caramelo. A segunda, em que já esperava uma careta apesar das explicações históricas, gerou uma pequena surpresa, pelas fortes notas de cereja no aroma e sabor. Strong apreciou os elementos mais “distintos” da Nó de Pinho, mas disse que esperava mais corpo e menos doçura residual.

Fonte: Estadão

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Heineken apresenta a nova Kaiser de olho na classe média

  Divulgação
 
A Kaiser mudou. Mudou de rótulo, de público e agora quer mudar a imagem, com uma campanha que será iniciada neste domingo (provavelmente durante o Programa do Faustão ou Fantástico, na Rede Globo) e que terá duração de um ano. A marca vai apostar no crescimento da classe média para ampliar sua participação e por isso lança um plano ousado de comunicação em mídias tradicionais, digitais e no ponto de venda – para garantir um crescimento de até 8% em 2012. 


Para a empresa, trata-se de dar nome (Kaiser) e sobrenome (Heineken) ao produto. “A Kaiser tem nome e sobrenome, já foi líder no passado, mas os últimos anos não foram tão brilhantes para ela", disse Nuno Teles, vice-presidente de Marketing da Heineken, durante o lançamento do produto nesta quinta-feira (24/11). Sem informar números de investimento ou projeção de volume de vendas para o próximo ano, a Heineken Brasil limita-se a informar que a marca deve “crescer bastante”, especialmente com a proximidade do verão. “É um dos maiores projetos da companhia em termos globais”, afirmou Vanessa Brandão, gerente da marca Kaiser. “A expectativa dentro da companhia é de um salto agora no verão, por isso estamos fazendo o lançamento agora”. 

A participação da Heineken Brasil no mercado nacional é de 7%. Este ano a empresa cresceu 10%, percentual acima do crescimento médio do mercado, que está em -1%. A marca Kaiser cresceu 4%. “A nossa expectativa para o ano que vem é que o mercado cresça 5% e nós queremos ficar dois a três pontos porcentuais acima disso”, afirmou Nuno Teles, vice-presidente de Marketing da Heineken Brasil. Há também uma expectativa de que o avanço deve ser mais reforçado no sul e no norte/nordeste do país, onde os indicadores econômicos mostram um salto maior devido ao crescimento econômico. 

Segundo os executivos, embora a estratégia esteja bem planejada, tudo vai depender da demanda. O plano inicial é produzir Kaiser nas oito unidades da Heineken, que têm uma capacidade de 20 milhões de litros. O processo, agora sob supervisão da companhia holandesa, inclui 850 checagens de qualidade – inclusive com envio de barris para a sede em Amsterdã.

  Divulgação

Desenvolvida pela Fischer, a campanha começa e termina com a marca Heineken e tem o objetivo de atestar a qualidade da nova Kaiser. Essa “participação especial” tem origem na pesquisa desenvolvida em 11 capitais para identificar quem seria o consumidor da cerveja e quais seus valores.

O resultado mostrou que esse público está na “nova classe média”. Nenhuma novidade, já que essa faixa da população já está na mira de companhias de todos os setores, de telefonia celular a aviação.

Para falar com esse consumidor, o rótulo ganhou letras brancas e um brasão – parte da nova identidade visual criada pela agência britânica The Brand Union. Mas é nos ingredientes e na produção que a Heineken bate mais forte para dizer que “essa é uma cerveja de qualidade”, ou como afirma seu slogan, “uma cerveja bem cervejada”. 

“Esse brasileiro com quem vamos falar nunca esteve com a auto-estima tão alta”, afirmou Mario D’Andrea, sócio da agência Fischer & Friends. “Ele tem orgulho de ser quem é e ele usa muito as redes sociais para se expressar”. Por isso, a campanha vai utilizar diferentes plataformas e deve ganhar mais espaço online em breve. “Acabamos de lançar a fan page da Heineken e na sequência virá a da Kaiser”, disse Vanessa Brandão. 

A marca deve investir pesado em sua presença no futebol. A Copa Kaiser, de futebol amador, ganhará mais visibilidade, e o patrocínio da Libertadores também será reforçado. "O futebol é a grande diversão do brasileiro e faz todo sentido que estejamos presentes", disse Teles.

  Divulgação

A cervejaria holandesa Heineken anunciou a compra da mexicana Femsa, controladora da Kaiser, Bavaria e Sol, em janeiro do ano passado. Na época, o negócio foi anunciado como de  5,3 bilhões de euros. No mercado brasileiro, a Femsa ocupava o quarto lugar em fatia de mercado. 

Na operação, a Heineken ficou com 100% da Femsa no México – o que lhe abriu as portas para o mercado americano – e também 100% da Femsa Brasil. O acordo foi aprovado pelo Cade em abril de 2010. A Femsa ficou com 20% das ações da holding.  

No primeiro semestre deste ano, a companhia divulgou um lucro de 694 milhões de euros, um valor 5,7% maior que o período anterior - mas admitiu que o ano poderia trazer um resultado mais baixo do que em 2010. Em agosto, o grupo admitiu que embora pudesse se beneficiar de um ambiente econômico positivo na América Latina, África Subsaariana e Ásia-Pacífico, enfrentaria "eventos desafiadores para as vendas em partes da Europa e nos EUA, dada a atual incerteza econômica, o alto desemprego e a fraca confiança do consumidor".

A Heineken está presente em 172 países e opera 140 cervejarias em mais de 70 países. Em 2010 vendeu 205 milhões de hectolitros.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Aproveitem nossas promoções

Boa tarde a todos!

Estamos com várias promoções no site, incluindo as Dose Dupla (Compre 1, Leve 2) e os kits.

Clique aqui para ir direto à área de promoções.

Grande abraço!

domingo, 20 de novembro de 2011

SABMiller vê dificuldades nos mercados dos EUA e da Europa

A cervejeira SABMiller reclamou do mercado árduo na Europa e América do Norte e alertou que as condições podem ficar difíceis no curto prazo porque os consumidores sob pressão em mercados maduros estão economizado em bebida.

A segunda maior fabricante de cerveja do mundo e produtora de Miller Lite, Peroni e Grolsch ficou perto de atingir as previsões com uma alta de 11% no lucro do primeiro semestre, ajudada pela grande presença em mercados emergentes, em que as crescentes vendas estão compensando o consumo menor em outros lugares.

O presidente-executivo Graham Mackay alertou que as economias titubeantes e a instável confiança do consumidor estão afetando o consumo de cerveja na Europa e nos Estados Unidos, onde os consumidores estão enfrentando alto desemprego e perspectivas pessimistas de crescimento econômico.

Cerca de 80% dos lucros da companhia vêm de mercados com rápido crescimento, mas os ganhos caíram na Europa e nos Estados Unidos, já que o grupo vendeu volumes estáveis na primeira região e menos na segunda. O lucro ajustado por ação da companhia sediada em Londres foi de US$ 1,033 por ação no semestre até setembro, abaixo da previsão de US$ 1,039 de uma pesquisa feita pela SABMiller e de US$ 1,035 em uma da Thomson Reuters I/B/E/S.

A companhia disse que aumentará os dividendos do primeiro semestre em 10%, para US$ 0,215.

Fonte: Terra

Receita para um bom coração: uma cerveja por dia


Não faltam pesquisas que falam do benefício do álcool para a saúde. E, enquanto muitos estudos sugeriram que um copo de vinho podia prevenir doenças cardíacas, uma nova análise indica que alguns desses mesmos benefícios podem ser colhidos também a partir de uma cerveja.

Os pesquisadores analisaram 16 estudos envolvendo mais de 200.000 participantes e constataram que o risco de doença cardíaca para os bebedores moderados de cerveja – que bebem cerca de 500 mililitros por dia – é 31% menor, em média. E, como no caso do consumo do vinho, o risco aumentou com o aumento da ingestão de álcool.

Segundo especialistas, o álcool em moderação pode aumentar o HDL, que é o colesterol bom, e quanto maior o HDL, mais protegidas as pessoas estão contra doenças cardíacas.

Os cientistas também disseram que pequenas quantidades de álcool parecem ter um efeito benéfico sobre as plaquetas do sangue e sobre a inflamação, entre outros efeitos na saúde.

Beber cerveja pode até ter alguns benefícios que o vinho não tem. Cerveja contém mais água, e como algumas pessoas se sentem inchadas ao beber, elas podem achar mais fácil beber moderadamente cerveja.

Há sempre a possibilidade de que fatores além das bebidas alcoólicas sejam responsáveis pelos benefícios, mas os pesquisadores tentaram controlar para estes fatores.

Uma possibilidade em estudos com o vinho, por exemplo, é que os bebedores de vinho têm mais probabilidade de estar seguindo a dieta mediterrânea, que também foi ligada a uma melhor saúde do coração. Essa dieta envolve comer legumes, grãos integrais e azeite de oliva, e relativamente pouca carne vermelha.

Tal como acontece com o vinho, pegar o hábito de beber uma cerveja por dia simplesmente para tentar ter uma saúde cardíaca melhor não é recomendado.

Segundo os pesquisadores, muitas pessoas não têm consciência do limite de “beber moderadamente”, que é um copo para mulheres, e dois para os homens por dia.

Se as pessoas forem além da moderação, poderão experimentar potencialmente efeitos negativos na saúde. Enquanto as pessoas metabolizam o álcool de maneira diferente, a regra geral é de que uma bebida por dia é um comportamento saudável; além disso, você está aumentando o risco de efeitos negativos na saúde.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Cervejarias da Serra Fluminense abrem suas portas e promovem o “Beer Tour”

Enquanto o Rio Grande do Sul é conhecido pelos famosos circuitos de enoturismo, onde as pessoas podem ver de perto a fabricação dos vinhos, o Rio de Janeiro começa a se preparar para tornar a Serra Fluminense o “lugar da cerveja”, no melhor estilo “Beer Tour”. Três grandes cervejarias – Bohemia, Itaipava e Therezópolis – acabam de abrir suas portas para receber turistas e apreciadores da breja.

“A Cervejaria Bohemia integra a história de Petrópolis e do Brasil. É um grande orgulho para a Ambev reativar a produção fabril da primeira cervejaria do país. O projeto resgata um símbolo da tradição cervejeira de Petrópolis e enriquece a vida cultural, turística e econômica do município”, explica a gerente de marketing Premium da Ambev, Stella Brant.

 Localizado em Petrópolis, o complexo terá cinco mil metros quadrados. O visitante poderá conhecer a “Saga da Cerveja” (local onde será contada a história da bebida desde a antiguidade até os dias de hoje), passará pela “Sala do Mestre”, “Sala dos Ingredientes”, “Sala da Alquimia”, “Sala da Transformação”, entre outras. Além disso, será possível degustar a bebida produzida, desfrutar de um bar e de uma loja de presentes.

Segundo a gerente, o projeto (fábrica + complexo) vai gerar mais de 120 empregos diretos e indiretos. A reativação da Cervejaria Bohemia, que funcionou na cidade até 1998, se tornou realidade com o apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Prefeitura de Petrópolis, que junto com a Ambev se uniram para realizar o projeto. Os recursos fazem parte do investimento de R$ 2,5 bilhões destinados pela Ambev, em 2011, para ampliar a capacidade de produção de suas fábricas em todo o Brasil. A previsão é de que tudo fique pronto até dezembro.

Visão panorâmica da linha de produção da cerveja Itaipava
Visão panorâmica da linha de produção da cerveja Itaipava
Bar Petrópolis
O Grupo Petrópolis, produtor da Itaipava, também não fica atrás. A fábrica tem 44 mil metros de área construída e já está aberta ao público. A visitação começa a partir das 15h, com direito a guia e tudo. O interessado em conhecer todo o processo de fabricação da cerveja pode agendar individualmente, no entanto, é preciso ter um grupo fechado de pelo menos 30 pessoas para que o Beer Tour possa ser realizado.

Os visitantes acompanham desde o descarregamento das matérias-primas até o envase, etapa em que a cerveja já é rotulada e embalada para finalmente ser apreciada pelo consumidor. No final do percurso, que dura cerca de uma hora, os participantes seguem ao Bar Petrópolis, onde degustam o mais puro chopp Itaipava.

“As máquinas, os colaboradores, tudo acontece diante dos visitantes ao vivo e sem teatro. Queremos transmitir um pouco da emoção que nós sentimos por participar, de alguma maneira, de um produto tão desejado pelos brasileiros”, declara o head de marketing do Grupo Petrópolis, Douglas Costa.

Entrada da Vila St. Gallen, a novidade da cidade de Teresópolis
Entrada da Vila St. Gallen, a novidade da cidade de Teresópolis
Vila St. Gallen
Em Teresópolis, um complexo de dois mil metros quadrados que foi batizado de Vila St. Gallen - referência à marca de cerveja produzida na cidade serrana - também recebe os curiosos e apreciadores de cerveja. O espaço é inspirado nas aldeias do sul da Alemanha, ou seja, lembra uma minúscula vila formada por igreja, praça, lojinhas e restaurantes. Porém, o principal atrativo é a microcervejaria que fica em um armazém de tijolo aparente.

O espaço conta com um local chamado Bierfest, com capacidade para cerca de 100 pessoas, dividido em quatro ambientes: um salão com mesas de madeira separado da cervejaria por uma parede de vidro, o Beergarten, um espaço a céu aberto com mesas e lojinhas, um mezzanino com mesa de sinuca e uma espécie de armazém do cervejeiro, onde serão realizadas aulas de harmonização e cursos de produção da bebida – quem quiser ainda poderá comprar ali os ingredientes para fazer a bebida em casa. Aos domingos a vila vai receber uma feira de antiguidades, ao som de violino. E, nas noites de quarta e quinta haverá música ao vivo, jazz e blues em um pequeno palco.

“A ideia é criar um lugar com clima permanente de Oktoberfest, a grande festa de Munique”, afirma o gerente-geral Vinicius Claussen, bisneto do fundador da Therezópolis, empresa de bebidas responsável pelo empreendimento.

Confira abaixo os endereços das fábricas:

Itaipava – Rodovia BR-040 (Rio-Juiz de Fora), na altura do km 52 - Petrópolis

Therezópolis – Rua Augusto do Amaral Peixoto, 166 - Teresópolis

Bohemia – Rua Alfredo Pachá, 166 - Petrópolis

Fonte: Beerspot

Chegou a Falke Vivre pour Vivre


Você já pode encontrar no Emporio Fribourg a obra prima da Falke Bier. É a Vivre pour Vivre. Uma cerveja que passa por três fermentações: a primeira é alcoólica, com ação de leveduras. Depois sofre ação de lactobacilos ganhando acidez. Três anos depois é fermentada pela terceira vez, com leveduras novamente, e com a adição da brasileiríssima jabuticaba. Produto sazonal (só é produzida nas safras de jabuticaba, com produção limitada).

O rótulo é baseado no filme de mesmo nome, do diretor Claude Lelouch, de 1967, estrelado por Yves Montand e Candice Bergen. A música é de Francis Lai. Recomendamos degustar ouvindo Theme de Vivre.


Cerveja dos Simpsons já pode ser encontrada no Brasil

Bar do Moe. Homer Simpson entra, cumprimenta os amigos e pede uma bebida.Nessa cena, que se repete em diversos episódios de Os Simpsons, uma marca de cerveja sempre aparece em destaque: Duff. No desenho animado, a cerveja é barata e não tem grande qualidade. Já a versão brasileira, que já pode ser experimentada no Empório Liberdade, pertence à categoria puro malte, sem adição de estabilizantes, que tornam a produção mais barata.

A Duff que está à venda não é um produto oficial da Fox, detentora dos direitos sobre a história da família Simpson. O responsável pela criação é o mexicano Rodrigo Contreras, que registrou a marca no México e lançou a cerveja na Espanha em 2007, numa parceria com a cervejaria belga Haacht Brewery. Na América do Sul, a bebida pode ser encontrada no Chile, no Paraguai e na Colômbia.

Os direitos de produção no Brasil foram adquiridos no ano passado pela Duff do Brasil. A bebida é fabricada pela cervejaria catarinense SaintBier, responsável também pela produção da Cerveja Coruja. Conrado Kaczynski, sócio da Duff do Brasil, explica que a fórmula muda de acordo com o país: “Enquanto as versões europeias são mais massificadas e baratas, tentamos fazer no Brasil uma cerveja premium que tenha um sabor leve e especial”, afirma.

Por enquanto, a versão em latinha não está nos planos dos fabricantes. Mas o rótulo da Duff é igualzinho à versão mostrada no desenho.

 Fonte: Curiocidade - Estadão

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Agência instala máquina de cerveja para funcionários


Cansado do seu emprego atual, sem motivação e estressado? Você está trabalhando no lugar errado!  Que tal trabalhar numa empresa que tem uma máquina de vender cervejas? Mande seu currículo para lá! A agência de publicidade Arnold, de Boston, instalou uma máquina de vender cervejas, e o melhor, com seis estilos a disposição dos clintes. Tem Pilsen, IPA, Oktoberfest, Kolsh, Alt e Scottish Ale.

A máquina recebeu o nome de ‘Arnie’, foi iniciativa dos próprios funcionários, incentivados por um programa da agência que reserva USD 100 mil todos os anos para dar vida a ideias inovadoras. Equipada com interface touchscreen, Arnie saúda o usuário pelo nome e tem até conta no Twitter – veja aqui. Detalhe importante é que todas as cervejas que ela oferece são de marca própria da agência. 


Os funcionários tem direito a uma cota mensal grátis. Se quiser mais, ele pode comprar, mas não é bom exagerar… E aí, empresários brasileiros, hora de inovar?

Fonte: Homini Lupulo

Bierland e Bamberg ganham medalhas no European Beer Star 2011

Foram divulgados os vencedores do European Beer Star 2011, que acontece anualmente na Alemanha.


Novamente o Brasil foi bem representado na lista de vencedores, desta vez levaram a medalha de prata, Bierland Vienna e Bamberg Alt.

Parabéns Bamberg e Bierland pela conquista!

Fonte: All Beers

Cerveja mais cara impulsiona resultados da AB Inbev

A Anheuser-Busch InBev, a maior cervejeira do mundo, teve lucro no terceiro trimestre bem acima do que o esperado depois de cobrar mais caro pela mesma quantidade da cerveja. 

A fabricante da Budweiser, Stella Artois e Beck''s convenceu os brasileiros a pagarem preços mais altos e viu os consumidores norte-americanos mudarem para marcas mais caras apesar do esfriamento da economia. 

A companhia com sede na Bélgica informou nesta quarta-feira que teve alta de 5,5 por cento no Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) em relação a um antes, para 3,97 bilhões de dólares, acima da previsão de mercado de 3,88 bilhões de dólares.

O volume total de cerveja e outras bebidas caiu 0,2 por cento em relação ao terceiro trimestre do ano passado, mas a receita subiu 3,6 por cento. 

A companhia espera um impulso no volume de vendas no quarto trimestre, principalmente por causa dos níveis relativamente baixos no Brasil um ano antes. 

O aumento do custo das commodities pode ser compensado por mecanismos de hedge, economias em novos contratos e melhor eficiência, afirmou a AB InBev. 

Em contraste, a dinamarquesa Carlsberg, quarta maior fabricante de cerveja do mundo, anunciou resultados nesta quarta-feira abaixo das expectativas e perdeu grande fatia de mercado na Rússia, embora tenha mantido a previsão para o fechado do ano. 

Em outubro, a Heineken tinha anunciado um surpreendente aumento no volume de vendas e na receita, ajudada por recuperação na Rússia e pelo fortalecimento de mercados na África.

Fonte: Terra

Emporio Fribourg no Homini Lupulo

Boa noite a todos!

Essa semana estamos no Homini Lupulo, ótimo site especializado em cerveja.


A reportagem é sobre lojas virtuais de cerveja.

Para ir direto, clique aqui.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Antoniusbier e Serra Gelada

Desde ontem estão disponíveis no Empório Fribourg mais dois estilos da nanocervejaria Antoniusbier, do alemão Uwe Ludke. São a Rauchbier e a Gingerbeer. 

Uwe Ludke, produtor da Antoniusbier

As cervejas são feitas em Santo Antonio do Pinhal, no estado de São Paulo, no mesmo lugar onde o alemão cria cabras e ovelhas.

 Local onde são produzidas as Antoniusbier

No ano que vem, Uwe Ludke completará cinco anos de produção de cerveja, e promete uma edição especial da Antoniusbier: uma Steinbier, o estilo de cerveja onde são usadas pedras escaldantes para a fervura do mosto.

Além da Antoniusbier, também temos outra novidade: as cervejas Serra Gelada, produzidas na região de Visconde de Mauá, próximo ao Parque Nacional de Itatiaia. São duas opções, a Dourada, uma Blond Ale e a Defumada, uma Rauchbier, ambas com 5,0% de teor alcóolico.

Grande abraço a todos e Ein Prosit!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

SAB Miller lança cerveja de mandioca na África do Sul

Espíritos de produção caseira de cerveja, fermentada da mandioca e outras raízes, são populares porque são baratas, mas também podem ser letais. Os executivos da SAB Miller disseram que  a nova cerveja vai dar uma alternativa mais barata e mais segura para essas produções caseiras.

A mandioca é considerada a parte mais importante da cultura alimentar na África, mas a empresa nega que a cerveja provocará uma escassez do alimento. A cerveja, chamada Impala, está sendo produzida em Moçambique e necessitará de 40 mil toneladas de mandioca crua por ano.


O reporter da BBC em Johannesburg afirmou que quando provou a nova cerveja, ela "desceu" muito bem. "Algum amargor, um pouco picante, mas não doce - não muito diferente de algumas marcas populares mais caras do continente". A mandioca representa 70% da receita da nova cerveja.

O projeto da SAB Miller - chamado "Cultivando um futuro melhor" - utiliza pequenos produtores para cultivar a mandioca.

Mark Bowman, o diretor administrativo da SAB Miller, disse que ofereceria um enorme potencial de agricultura para os agricultores. Segundo a empresa, Criará 1.500 empregos para os agricultores e suas familias.

Ainda segundo a SAB Miller, graças ao uso da mandioca local e uma redução de impostos pelo governo de Moçambique, a Impala é 30% mais barata do que as principais lagers.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Belgas correm aos mercados por "melhor cerveja do mundo" (Westvleteren XII)

Milhares de belgas correram nesta semana aos supermercados onde estava sendo vendida, pela primeira vez, uma cerveja famosa, produzida por monges, em troca de recursos para financiar as obras de reforma do mosteiro onde vivem.

A Trappiste Westvleteren XII foi designada a "melhor cerveja do mundo" por um site americano especializado, em 2005.

Mas, para adquiri-la, até agora, os apreciadores precisavam dirigir-se à abadia de São Sixto, em Westvleteren, Flandres, Bélgica, perto da fronteira com a França.

Belgas garantem suas caixas de cerveja na quinta-feira (3) em Bruxelas, quando mais de 85% do estoque já sumiu das prateleiras (Foto: AFP)
 
Enfrentando a falta de dinheiro para as reformas da abadia, os monges decidiram vender, a título excepcional, 93 mil embalagens com seis garrafas de 33 cl cada nos supermercados da rede Colruyt. 

A operação de venda, lançada na quinta-feira (3), vem sendo motivo até agora de grandes filas na frente de algumas lojas; 85% dos estoques foram comprados no primeiro dia, segundo uma agência de notícias belga.

O preço de cada caixa ficaria em torno de 25 euros nos supermercados, o equivalente a R$ 59,35. O lucro da venda total, calculado em 2,3 milhões de euros (R$ 5,46 milhões), será "totalmente dedicado às obras de renovação", anunciou a abadia.

Os monges lançaram a iniciativa "no espírito de prece e trabalho (Ora et Labora) de São Bento", estipulando que "o trabalho deve prover as necessidades".
"Há dez anos, a comunidade foi confrontada com destruições, causadas pelo tempo, no claustro. Para financiar a reforma, os irmãos trabalharam desde setembro de 2010, na elaboração de cubas suplementares de Westvleteren", explicaram em comunicado.

Para a campanha de promoção, escolheram um slogan em latim: "Ad aedificandam abbatiam adiuvi" ("Contribuí para a construção de uma abadia").

Depois de esgotados os estoques nos supermercados, a Westvleteren estará disponível, exclusivamente, e em quantidades limitadas, na abadia de São Sixto, onde vivem 30 monges.

O mosteiro pensa em lançar uma iniciativa semelhante no exterior, em 2012.

Kirin anuncia a compra de 100% da Schincariol

A companhia japonesa de bebidas Kirin anunciou nesta sexta-feira (4) a compra da totalidade da Schincariol, da qual já possuía metade das participações.

A Kirin completou nesta sexta a compra da Jadangil, que detinha 49,54% da fabricante de bebidas brasileira, em uma operação avaliada em 105 bilhões de ienes (cerca de R$ 2,33 bilhões), segundo um comunicado da empresa.

Os acionistas minoritários da Schincariol, da qual a Kirin controlava mais de 50% desde agosto deste ano, tentaram bloquear a venda da nova parcela na Justiça brasileira, que decidiu levantar a medida cautelar em outubro, lembrou o diário "Nikkei".

"Esta aquisição adicional não só melhorará a gestão da Kirin sobre a Schincariol como subsidiária em propriedade absoluta, mas também ajudará a Kirin a aumentar ainda mais a competitividade da Schincariol no emergente mercado brasileiro e a gerar sinergias com a Kirin", explica a companhia japonesa no comunicado.

O consumo de cerveja no Brasil cresceu 11% em 2010, segundo dados da Associação Nacional de Bebidas, enquanto caiu no Japão no mesmo período.

A Schincariol foi fundada em 1939 como fabricante de refrescos e hoje em dia possui mais de dez fábricas que produzem cerveja e outras bebidas não alcoólicas em diversos pontos do Brasil. O total da operação foi avaliado em R$6,28 bilhões.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

International Stout Day

Hoje, em homenagem ao dia internacional da cerveja Stout, nada melhor do que degustá-las aos montes. Por isso, até o dia 10 de novembro, temos várias Stouts em promoção. Aproveite!



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Grande abraço!