Uma empresa criou a primeira cerveja para cães dos EUA. Não-alcoólica, a
bebida é aromatizada com carne ou frango. A "Boswer Beer" é vendida por
lojas de animais em Nova York. Outros países, como Polônia, Bélgica e Alemanha, também criaram cervejas especiais para cachorros.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Anner Bier e Canoinhense chegaram!
Chegaram
ao Empório Fribourg as cervejas Anner Bier de Porto Alegre e as
cervejas da lendária cervejaria Canoinhense, mais antiga cervejaria
artesanal ainda em atividade do Brasil.
Anner Bier
A produção cervejeira
dos irmãos Caon é recente: contando as primeiras experiências com
fabricação, são cinco anos. Na fase inicial, as brassagens eram
feitas com o pessoal de outra homebrew chamada Canjibrina. “A ideia a
gente já tinha há tempos, mas faltavam recursos e leitura suficiente
sobre o processo cervejeiro”, diz Glauco. “Um dia conversamos com o
pessoal da Canjibrina e decidimos fazer a primeira tentativa na cara e
na coragem”, afirma Guilherme. “Mas saiu muito errado”.
Apesar disso, os dois comentam coisas boas do processo, como o aroma
do malte e do lúpulo que saiu da panela na primeira produção. Depois de
mais estudo e de uma “mãozinha” de outros cervejeiros, as produções
foram melhorando. Os irmãos, por falta de tempo (graças a uma pós e um
mestrado) acabaram se separando do grupo da Canjibrina e começaram a se
reunir em horários “alternativos”.
O nome Anner é o sobrenome dos avós dos irmãos. Eles explicam que um dos avôs já
fazia cerveja em casa, de modo rudimentar.
Quatro tipos da Anner Bier estão no Empório Fribourg: Blonde Ale, Special Bitter, Libertadora e Maria Degolada.
Canoinhense
A cervejaria Canoinhense, de
Canoinhas/SC, é considerada a cervejaria artesanal mais antiga do
Brasil ainda em funcionamento. Fundada em 1908, foi adquirida em 1924,
por Otto Löffler, pai do famoso mestre cervejeiro Rupprecht Loeffler,
falecido recentemente. A cervejaria possui equipamento com mais de 100
anos de idade ainda em uso. Suas receitas vêm de 5 gerações, totalmente
inalteradas.
É utilizada a mesma cepa de
leveduras usada na fundação, há mais de 100 anos. Todas as cervejas
produzidas levam a mesma levedura.
Tudo isso fez com que a cervejaria
Canoinhense se tornasse lendária, além de polêmica. Suas cervejas são
amadas por muitos e odiadas por outros tantos. Tire suas conclusões.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Chegaram as cervejas Búzios!
Chegaram as cervejas Búzios no Empório Fribourg!
São três versões: Geribá, uma Premium American Lager com 4,5% de teor alcóolico; Armação, uma Bohemian Pilsener com 5,0% de teor alcóolico; e Manguinhos, uma Munich Dunkel com 5,8% de teor alcóolico.
Elas são fabricadas pela Cervejaria Baumgartner, em Ipeúna, São Paulo, para a Cervejaria Búzios.
Não deixe de conferir essas novidades!
Queima de estoque de cervejas no Empório Fribourg
Os seguintes itens estão em promoção no site:
Alenda Bier Weiss: De R$15,60 por R$12,00
Alenda Bier Weizenbock: De R$17,80 por R$13,90
Alenda Bier Weiss + Alenda Bier Weizenbock: De R$33,40 por R$25,90
Antoniusbier Dunkel + Antoniusbier Mantiqueira Ale: De R$15,60 por R$13,00
Antoniusbier Dunkel: De R$7,80 por R$6,80
Antoniusbier Mantiqueira Ale: De R$7,80 por R$6,80
Bamberg Schwarzbier: De R$13,90 por R$8,50
Barão Bier Blonde Ale + Barão Bier Pale Ale: De R$32,00 por R$29,90
Bierland Pale Ale (Dose Dupla - Compre 1, Leve 2): R$13,00
DaDo Bier Premium Lager: De R$10,90 por R$7,90
Insana Double Chocolate: De R$15,20 por R$11,20
Insana Gold: De R$15,20 por R$11,20
Insana Weizen: De R$15,20 por R$12,20
Insana Double Chocolate + Insana Gold + Insana Weizen: De R$45,70 por R$34,60
Leuven Golden Ale: De R$13,90 por R$9,90
Leuven Red Ale (Dose Dupla - Compre 1, Leve 2): R$14,90
Mistura Clássica Strong Dark Ale (Dose Dupla - Compre 1, Leve 2): R$12,00
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Cerveja em viagens espaciais poderá ser possível em 2013
Há apenas um elemento no universo que poderia tornar a majestosa visão da Terra do espaço ainda mais divina: claro, a cerveja.
Essa é a ideia, pelo menos, por trás do Beer in Space tour atualmente sendo planejado pelo grupo australiano Thirsty Swagman. O sucesso nos testes iniciais da "cerveja espacial" levaram a empresa a planejar o lançamento para 2012 ou 2013. "Nós queremos ser a primeira agência de viagens a oferecer cerveja no espaço", segundo o proprietário do Thirsty Swagman, Kenneth Hart.
No espaço, a empresa irá oferecer uma cerveja especialmente fabricada pela australiana 4 Pines Brewing Company para ser consumida em um ambiente de baixa gravidade.
Em fevereiro, a cerveja completou com sucesso o primeiro de vários voos testes, de acordo com uma nota divulgada pela Saber Astronautic Australia, uma empresa de engenharia espacial sediada em Sydney que trabalha em parceria com a 4 Pines para desenvolver a primeira cerveja espacial do mundo.
Enquanto rumores dizem que os astronautas consumiram alcool em vôos anteriores, a NASA proibe bebidas no espaço, já que estudos sobre o efeito do alcool no espaço ainda não foram realizados.
A cerveja se chamará Vostok.
Fonte: CNNGo
Os primeiros passos práticos da Kirin na Schincariol
Depois da conturbada negociação para assumir o controle da Schincariol,
a japonesa Kirin começa a dar seus primeiros passos práticos na
cervejaria brasileira. Na semana passada, executivos da Kirin foram até a
sede da Schincariol, em Itu, no interior paulista, para uma
apresentação formal. Era o primeiro ato da tomada de controle da Kirin,
que adquiriu os 50,5% dos irmãos Adriano e Alexandre Schincariol, por 4
bilhões de reais.
E já há um roteiro traçado para os próximos capítulos. Adriano
Schincariol, atual presidente da companhia, fica no cargo até janeiro.
Depois, permanecerá mais nove meses como consultor para ajudar no
processo de transição. Segundo apurou EXAME.com, a Kirin
decidirá já em novembro quem comandará a Schincariol. E há a
possibilidade – ainda que remota – de que o controle seja dividido por
dois executivos indicados pela empresa japonesa.
Os diretores operacionais – entre eles, Gilberto Schincariol Júnior,
que junto com seus irmãos José Augusto e Daniela tem 49,5% da empresa e
desaprovam a compra – continuarão em seus cargos (desde que queiram). E
não haverá uma “invasão japonesa” na administração da Schincariol.
Apenas um pequeno grupo de dois ou três executivos deve ficar no Brasil.
“Apesar das brigas na família, a boa administração da empresa chamou a
atenção da Kirin. Por isso as diretorias serão mantidas”, diz uma fonte
envolvida na transição.
A redação de um acordo de
acionistas – documento que poderia ter minimizado as querelas entre os
sócios – está fora dos planos da Kirin. Então, a tomada de decisões
continua a favor da maioria, no caso, os japoneses.
“Gilberto deu muito atenção à briga e deixou de lado a operação comercial, que é onde a Schincariol mais perdeu”, diz a fonte, sobre a perda da vice-liderança para a cervejaria Petrópolis.
A concorrente, aliás, já anunciou que pretende instalar uma fábrica na
região nordeste nos próximos dois anos. Atualmente o grupo concentra
suas vendas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.
Para despistar concorrentes e a imprensa, as negociações entre Kirin e
Schincariol foram conduzidas em Nova York, um local no meio do caminho
para brasileiros e japoneses. Todo o processo aconteceu em pouco mais de
um mês, em meio a especulações sobre o apetite de concorrentes como
Heineken, SAB Miller e Carlsberg em abocanhar a Schincariol.
Fonte: Exame
Grupo Petrópolis dá prazo de 2 anos para fábrica no Nordeste
Depois de aparecer pela primeira vez em 10 anos em segundo lugar no
ranking da Nielsen, deixando em terceiro a Schincariol, recém comprada
pela Kirin, o Grupo Petrópolis planeja expandir para o Nordeste em no máximo dois anos como forma de sustentar o share alcançado.
Segundo o diretor de marketing e relações com o mercado da Petrópolis, Douglas Costa, a fabricante da Itaipava
e da Crystal quer estar presente em todo o Brasil dentro de oito a dez
anos, começando pelo Nordeste, onde uma fábrica é estudada para os
próximos dois anos
"É uma área muita representativa no consumo do Brasil e onde se tem
AmBev e Schincariol brigando praticamente sozinhas. Sabemos que existe
uma abertura muito forte para nossas marcas na região"
Hoje, o Grupo Petrópolis concentra suas vendas nas regiões Sudeste e
Centro-Oeste do Brasil. Na Bahia, mantém um distribuidor, mas com
capacidade pouco expressiva. Com a expansão geográfica, poderia
fortalecer um de seus principais pontos na estratégia para conseguir
mercado, que é a logística.
Para Douglas Costa, o segundo lugar no ranking nacional do setor ainda
não permite festa. "A diferença ainda é muito sensível. Hoje não temos
presença no Nordeste, então qualquer coisa que o concorrente fizer lá
pode modificar esses números. Até fatores climáticos podem alterar esse
share. Pretendemos sustentar essa diferença sendo mais agressivos na
distribuição e nas estratégias de marketing,
mas tudo vai depender dos movimentos que os japoneses (da Kirin) vão
fazer daqui pra frente e de como o mercado vai responder".
De acordo com os números de setembro, a Petrópolis tem hoje 10,3% do
mercado e a Schincariol, 10%. A AmBev ainda reina absoluta com 69,8 %, e
a Heineken vem por último, com 8,5%
Fonte: Exame
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Novas Promoções!
Boa tarde pessoal!
Não deixem de aproveitar o frete fixo para os estados do Rio de Janeiro (R$10,00), São Paulo (R$15,00) e Minas Gerais (R$20,00), além do Distrito Federal (R$26,00).
Além disso, na promoção Dose Dupla, compre 1 Mistura Clássica Cheers Dark Ale, Mistura Clássica Strong Dark Ale ou Bierland Pale Ale e receba 2 em casa!!
Outro produto imperdível é a Bamberg Schwarzbier por apenas R$9,50!!
Confiram as novidades de outubro:
. BeerCards Série I - Belgium Series
. Seasons Green Cow 500ml (Porto Alegre/RS)
. Rock Valley Bier Witbier 600ml (Nova Friburgo/RJ)
. Braun Braun Bier 600ml (Nova Friburgo/RJ)
. Empório Icaraí Premium 600ml (Niterói/RJ)
. Empório Icaraí Itacoatiara 600ml (Niterói/RJ)
. Empório Icaraí Camboinhas (Niterói/RJ)
. Wunder Bier Schwarzbier 600ml (Blumenau/SC)
. Bamberg St. Michael 750ml (Votorantim/SP)
. Sepultura Weizen 600ml (Votorantim/SP)
Grande abraço a todos!
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Microcervejarias apresentarão suas produções em jantar para deputados e senadores
O próximo dia 25 de outubro será um marco para o setor de
microcervejarias brasileiras. Nessa data, ocorrerá um coquetel na casa
do deputado Marco Maia (PT-RS), com presença de deputados, senadores,
ministros e demais pessoas envolvidas no setor. A mediação para que o
evento pudesse ser realizado foi do Jerônimo Goergen (PP-RS), que apóia a
causa das microcervejarias.
Durante o jantar, representantes do setor estarão presentes para
mostrar seus produtos e tirar quaisquer dúvidas que venham a aparecer. O
importante é mostrar a diferença das microcervejarias para as
mega-produções, como a variedade de aromas e sabores e a maior
capacidade de geração de empregos.
No entanto, das mais de 170 cervejarias que existem no Brasil,
pouquíssimas estão apoiando o evento. São 10 cervejarias, com presença
forte do estado do Rio Grande do Sul, que enviaram suas produções para a
apresentação. Essa falta de apoio mostra a falta de maturidade que
muitas dessas empresas ainda possuem, já que a diminuiçao na carga
tributária não parece ser um assunto que mereça atenção delas.
Se você quer ajudar no evento, procure a assessoria do deputado
Jerônimo Goergen para saber como encaminhar suas cervejas. Resta menos
de uma semana para o evento e seria uma vergonha para o setor se, no
meio do jantar, acabasse a bebida.
E para saber mais sobre jantar, não perca o programa Pão e Cerveja,
transmitido pela rádio CBN-BH que vai ao ar ao meio dia de hoje. O
proprietário da Falke Bier, Marco Falcone, e também o deputador Jerônimo
estarão conversando com a jornalista Fabiana Arreguy sobre o jantar.
Você pode acompanhar ao vivo através do site da CBN ou, caso perca, pelo site Brejas.
Fonte: Goronah
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Frigobar controlado por Iphone lança cerveja na sua direção
O Beer Me é a prova de que os nerds também gostam de
uma cervejinha, e fazem de tudo para apreciá-la da forma mais
confortável possível. O geek boêmio Ryan Rusnak, inventor do frigobar dos sonhos, é capaz de controlar o mini refrigerador com o seu iPhone e utilizar o canhão de ar embutido para lançar as latas de cerveja em sua direção.
Ryan teve a brilhante ideia de criar um "ajudante" ao constatar que
gastava muito tempo indo buscar as latinhas - e, como todos sabem, tempo
é cerveja. A máquina, composta basicamente por um velho refrigerador,
um canhão de ar de 45 PSI, uma câmera e uma placa controladora integrada
ao app para iPhone, custou aproximadamente U$ 400 e foi construída em
dois dias.
Com o aplicativo especialmente desenvolvido para o Beer-o-Bot,
o sedento nerd pode utilizar o seu iPhone para escolher entre quatro
opções de cerveja, definir sua temperatura e mirar onde quer que a
latinha seja lançada - graças ao delay de três segundos, ainda dá tempo
de largar o iPhone e não ser alvejado por uma lata de cerveja voadora.
Obviamente, a invenção não deu certo logo de cara. Em um dos seus
primeiros testes, Ryan exagerou um pouquinho na pressão e acabou
mandando as latas de cerveja para o teto de sua garagem. Em outra
ocasião, uma das lâmpadas do cômodo foi atingida.
Agora, no entanto, ele parece finalmente ter conseguido regular o canhão de cerveja. Veja abaixo um vídeo do Beer Me em fucionamento:
Para os interessados (e corajosos), Ryan Rusnak disponibilizou um guia com o complexo passo a passo para a construção do Personal Beer Robot.
A comodidade pode até compensar, mas não deve ser nada legal levar um
banho de espuma caso a lata faça uma viagem turbulenta até as suas mãos.
Fonte: Techtudo
SAB Miller se une a cervejaria turca para ser a 2ª maior da Rússia
A SABMiller está unindo forças com a turca Anadolu Efes para se
tornar a segunda maior cervejaria na Rússia, em um negócio que dá ao
grupo sediado em Londres 24 por cento de participação na companhia que
lidera o mercado de cerveja na Turquia.
A SABMiller, que no mês passado comprou a australiana Foster's
por 10 bilhões de dólares, disse nesta quarta-feira que, com o acordo,
ficará atrás da Carlsberg no quarto maior mercado de cerveja do mundo e
que cortará 120 milhões de dólares por ano em custos.
Sob o acordo, a SABMiller vai transferir as operações de cerveja
russa e ucraniana por uma participação de 24 por cento na Efes Anadolu,
do Anadolu Group, controlado pelas famílias turcas Yazicilar e Oxilhan,
que detêm 42,8 por cento.
A aliança será o foco de interesses de ambos os grupos na
Turquia, Rússia e antiga União Soviética, Ásia Central e Oriente Médio, e
resultará em 89 por cento de participação do grupo turco no mercado
nacional de cerveja.
O acordo avalia em 1,9 bilhão de dólares os negócios russo e ucraniano da SABMiller.
"A aliança estratégica pode, de alguma maneira, ir contra a
preocupação dos investidores sobre a exposição da SABMiller à Europa, já
que o acordo reforçará a posição do grupo na Rússia", disse o analista
Martin Deboo, da Investec Securities.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
ambev investirá R$1,1 bilhão em fábricas no Sudeste até o fim do ano
A ambev investirá R$1,112 bilhão até o final do ano na região Sudeste para expansão das fábricas. A de Sete Lagoas (MG) receberá R$250 milhões para iniciar sua quarta expansão. A de Guarulhos (SP) terá uma nova linha de produção, por R$84,1 milhões, para aumentar em 15% sua capacidade produtiva; enquanto a de Piraí (RJ) terá sua capacidade ampliada em 35% com aporte de R$160 milhões.
No Sudeste a companhia possui ao todo 13 fábricas, 26 centros de distribuição e 15,4 mil funcionários. O montante faz parte do toral de R$2,5 bilhões para as operações no Brasil este ano, visando elevar em 10% a capacidade total de produção.
A unidade de Sete Lagoas espera dobrar a capacidade de 4,7 milhões de hectolitros para 9,3 milhões de hectolitros de cerveja por ano, com duas novas linhas de envase, sendo uma de garrafas, com capacidade para 60 mil garrafas por hora, e outra de latas, com capacidade para 120 mil latas por hora. A fábrica aberta em 2008, terá recebido ao todo R$540 milhões até o final do ano.
A Companhia informa ainda que no estado de Minas Gerais houve modernização nas fábricas de Juatuba e Contagem, além de melhoria nos centros de distribuição de Uberaba, Uberlândia e Belo Horizonte.
Em Piraí, no Rio de Janeiro, estão sendo construídas uma nova linha de garrafas para vasilhames de 600 e 300ml, com capacidade para envasar 60mil garrafas por hora, e modernização da linha de produção de refrigerantes e latas de alumínio. Ao todo, a ambev investirá até o final do ano R$307 milhões no estado do Rio de Janeiro, incluindo investimentos em Petrópolis, Campo Grande, e nos sete Centros de Distribuição do estado.
Em São Paulo, os investimentos em fábricas e Centros de Distribuição somarão R$537 milhões em 2011. A unidade de Jacareí também recebeu investimentos, assim como a de Jaguariúna, e os centros de distribuição da Mooca e Lapa, na capital, e no interior, como os de Votorantim, de Ribeirão Preto, Araraquara, Jundiaí, Guarulhos e Diadema.
Fonte: Agência Estado
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Os melhores chopes diferentes do Rio
Matéria da Comer e Beber 2011 - Veja Rio
Tradição enraizada na cultura carioca, o chope vendido nos bares da
cidade está se sofisticando. Antes uma raridade vendida a preços
elevados, as versões artesanais e importadas já não são artigo de luxo e
podem ser saboreadas em um número elevado de estabelecimentos. O guia
Comer e Beber 2011 selecionou os seis melhores estabelecimentos do Rio
para provar boas versões de chope para você se deliciar. Confira!
BEERJACK HIDEOUT. Com
230 rótulos nas prateleiras, o lugar tem como ponto forte a venda de
cervejas especiais para levar para casa, mas é difícil resistir e sair
do casarão em Botafogo de bico seco. Entre as pedidas estão a belga
Delirium Tremens (R$ 28,20, 330 mililitros) e a alemã Schöfferhofer
Kristallweizen (R$ 17,50, 500 mililitros). Tem chope da conceituada
escocesa Brew Dog (R$ 21,00, 300 mililitros). Da mesma marca, a Sink The
Bismarck, com 41% de teor alcoólico, e a Tatical Nuclear Penguin, com
32%, estão entre as cervejas mais caras da cidade. A long neck da
primeira custa estratosféricos R$ 720,00, e a da segunda, R$ 620,00.
Esta também é vendida na forma de dose: R$ 99,00. Há pedidas mais em
conta, como o artesanal Rötter (R$ 9,00, 520 mililitros). O cardápio de
petiscos foi incrementado com porção de bolinho de feijoada (R$ 15,00,
quatro unidades), que faz companhia aos triviais salaminho (R$ 8,00) e
queijo de coalho com geleia de pitanga e pimenta (R$ 15,00). Rua
Martins Ferreira, 71, Botafogo,☎ 2226-0267 (25 lugares). 13h/23h (sex. e
sáb. até 2h; sáb. a partir das 14h; dom.16h/20h). Cc: todos. Cd: todos.
Aberto em 2010.
BEERTASTE. Um
tanto discreta em um shopping da Barra, a casa exibe nas estantes a sua
especialidade: a cerveja. O assunto é tratado com paixão por um dos
sócios, Léo Oliveira, que tem tatuado os rótulos de suas preferidas.
Sempre a postos, ele fica à disposição para dar dicas à clientela. O
happy hour das quartas tem um motivo para ser tão concorrido: é quando
se abre o barril de chope importado da semana. Costumam passar pelas
torneiras os belgas Maredsous, Tripel Karmeliet e La Trappe. Certo de se
encontrar por lá são o Guinness (R$ 19,90) — às terças, na compra de
dois copos de 500 mililitros, o terceiro é grátis — e Stella Artois (R$
7,90 a taça). Entre as geladas disponíveis, destacam-se também a
holandesa Urtheel Saisonniere (R$ 19,90, 330 ml) com 6% de álcool e a
checa Pilsner Urquell (R$ 23,90, 500 mililitros). É um dos únicos
lugares da cidade que exibe a raríssima Sam Adams Utopia. Com quase 30%
de teor alcoólico, ela só pode ser admirada, pois não está à venda. O
cardápio de tira-gostos ganhou reforço da terrine de cordeiro com
pistache acompanhada de torrada (R$ 15,90) e sanduíche de pastrami com
queijo gouda no pão ciabatta (R$ 17,90). Completa o programa a música
ambiente, com repertório de blues e rock clássico.
Avenida das Américas, 700, bloco 8, loja 117-E (Shopping Città América), Barra, ☎ 2494-9136 (45 lugares). 12h/22h (qui. a sáb. até 0h; fecha dom.). Cc: todos. Cd: todos. Estac. (R$ 6,00 as duas primeiras horas). www.beertaste.com.br. Aberto em 2008.
Avenida das Américas, 700, bloco 8, loja 117-E (Shopping Città América), Barra, ☎ 2494-9136 (45 lugares). 12h/22h (qui. a sáb. até 0h; fecha dom.). Cc: todos. Cd: todos. Estac. (R$ 6,00 as duas primeiras horas). www.beertaste.com.br. Aberto em 2008.
BELGIAN BEER PARADISE.
Aberto numa loja ampla do shopping Downtown, o bar mudou em 2008 para
uma galeria em Ipanema. Desde então, modificou um pouco o perfil,
focando na venda de garrafas para levar para casa. No entanto, é
possível se deliciar com algumas conceituadas cervejas belgas, a exemplo
das trapistas, fabricadas em mosteiros. À base de três cereais (cevada,
aveia e trigo), a Tripel Karmeliet (R$ 21,90 a long neck) costuma
surpreender com seu toque frutado. O proprietário, o belga Xavier
Depuydt, está sempre à caça de novidades. Neste ano trouxe 160 unidades
da rara Duvel Tripel Hop safra 2010 (R$ 99,90, 750 mililitros), feita
apenas de cinco em cinco anos com lúpulos belga, checo e americano. A
cada semana conecta um barril de chope belga diferente, entre Maredsous,
Duvel e Delirium Tremens. De trigo e casca de laranja, a Hoegaarden (R$
12,90) é a mais em conta para dialogar com o mix de salsichas (R$
24,90) ou a porção de presunto cru (R$ 24,90).
Rua Visconde de Pirajá, 580, sobreloja 213, Ipanema, ☎ 3256-2595 (30 lugares). 10h/19h (sex. e sáb. 12h/22h; fecha dom.). Cc: todos. Cd: todos. www.beerparadise.com.br. Aberto em 1999.
Rua Visconde de Pirajá, 580, sobreloja 213, Ipanema, ☎ 3256-2595 (30 lugares). 10h/19h (sex. e sáb. 12h/22h; fecha dom.). Cc: todos. Cd: todos. www.beerparadise.com.br. Aberto em 1999.
BOTECO COLARINHO. Depois
de uma reforma no início do ano, o estabelecimento de ambiente
arrumadinho e dedicado às cervejas especiais — são sessenta rótulos —
ganhou uma terceira torneira de chope, também pendendo do teto. Além do
onipresente Brahma (R$ 3,90), há outras oito marcas disponíveis, como o
Mistura Clássica de trigo (R$ 6,90, 400 mililitros) e o Rötter Viena
Mars (R$ 5,90, 300 mililitros), ambos fabricados no interior do estado
por cervejarias artesanais. Da Bélgica vem o Delirium Tremens (R$ 19,90,
300 mililitros). A seleção de bolinhos foi incrementada com o toca do
matuto (R$ 4,90), concorrente da última edição do concurso Comida di
Buteco, recheado de berinjela, carne-seca e azeitona. Também fazem
sucesso o salgado de feijoada e a versão de batata-baroa com queijo
gorgonzola (R$ 4,50 a unidade). Opção mais robusta, o contrafilé
aperitivo na chapa com aipim e queijo custa R$ 29,50. Rua Nelson
Mandela, 100, loja 127, Botafogo, ☎ 2286-5889, Botafogo (78 lugares).
12h/2h (seg. a partir de 17h). Cc: todos. Cd: todos. ↔ Aberto em 2010.
CERVEJARIA SUINGUE. Inaugurada
no ano passado, esta casa é o primeiro passo de um audacioso projeto de
Flávio Roberto Barone. Dono da Casa do Cervejeiro, endereço etílico
conhecido no Espírito Santo, o empresário e mestre-cervejeiro pretende
abrir outras sete lojas no Rio. Essa empreitada inicial fica no
NorteShopping, onde funcionou uma filial da Devassa. Sua atração
principal é o chope de fabricação própria, em três versões. O pale ale
(R$ 5,10, 300 mililitros) tem receita irlandesa, 6,1% de teor alcoólico e
suave aroma frutado. Opção mais vendida, o leve pilsen (R$ 4,50, 300
mililitros) sobressai pela espuma cremosa. Terceira dica, o strong ale
(R$ 6,10, 300 mililitros), feito com cinco tipos de malte e três de
lúpulo, atinge consideráveis 8,4% de teor alcoólico. Todos os dias tem
dose dupla entre 17h30 e 21h. Avenida Dom Hélder Câmara, 5080, loja
4506, piso S (NorteShopping), Cachambi, ☎ 2595-2794 (80 lugares). 10h/2h
(sex. e sáb. até 3h). Cc: todos. Cd: todos. Estac. (R$ 6,00 as três
primeiras horas). ↔ Aberto em 2010.
GIBEER. Cercada
de prédios modernos, a pequena construção do início do século passado é
remanescente dos primórdios do processo de urbanização do bairro. Mesmo
pintada de vermelho, pode passar despercebida. Nas paredes, rótulos de
cerveja dividem espaço com pôsteres de personagens de história em
quadrinhos. Daí vem o trocadilho que dá nome ao bar. Trabalha com os
três chopes da Rötter, fabricado em Barra do Piraí: o premium (R$ 7,90,
340 mililitros), uma bebida não filtrada com 5,2% de teor alcoólico, o
viena (R$ 9,50, 340 mililitros), feito com três tipos belgas de malte, e
o american pale ale (R$ 9,90), levemente cítrico por conta de seus
lúpulos americanos. Este harmoniza perfeitamente com o bolinho de
parmesão ao molho de redução de laranja, gengibre e mel (R$ 23,00, oito
unidades). Também há porções de quibe de picanha (R$ 23,00, oito
unidades), anéis de cebola empanados (R$ 17,00) e polenta frita ao molho
de gorgonzola (R$ 21,90). Rua Lopes Quintas, 158, Jardim Botânico,☎
2279-4161 (50 lugares). 18h/1h(fecha dom.). Cc: A, M e V.
Cd: todos. www.gibeer.com.br. Aberto em 2007.
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domingo, 16 de outubro de 2011
BeerCards chegaram!
Acabaram de chegar ao Empório Fribourg os BeerCards Série I - Belgium Series, jogo de cartas no estilo Super Trunfo. Essa primeira série, traz algumas das grandes cervejas belgas.
A cada rodada, os jogadores escolhem uma carta e uma característica, dependendo de sua estratégia. Vence a rodada aquela que tiver o maior atributo.
O jogo comporta 2, 3, 4 ou 6 jogadores e tem classificação livre.
Aproveitem porque o jogo está com frete grátis para todo o Brasil.
Itaipava passa Schincariol como vice-lider do mercado cervjeiro
Uma espuma das grandes está explodindo no mercado de cervejas: pela primeira vez, a Petrópolis (fabricante da Itaipava) aparece em segundo lugar no ranking do setor, feito pela Nielsen.
A
cervejaria de Walter Faria ultrapassou a Schincariol, que há pelo menos
uma década mantinha-se apenas atrás da Ambev. De acordo com os números
de setembro, a Petrópolis tem hoje 10,3% do mercado e a Schincariol,
10%. (A Ambev tem 69,8 e a Heineken, 8,5%
É uma péssima notícia
para os japoneses da Kirin, que compraram a agora ex-vice-líder há dois
meses – embora, a mudança de posição já fosse de certa forma esperada
pelo mercado. Nos últimos meses, a diferença de participação entre as
duas vinha se estreitando mês a mês.
A Petrópolis, aliás, surgiu
da costela da Schincariol: Walter Faria durante muitos anos foi o
principal distribuidor da Schin, onde adquiriu todo o know how para criar o seu próprio negócio. Um konw how e uma prática que são acompanhados muito de perto pelos fiscais da Receita Federal.
Fonte: Veja
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Cerveja Italiana: um novo brilho
Tradicionalmente, se você estivesse procurando uma boa cerveja na Itália, havia apenas uma coisa que você pudesse beber: vinho. O país é dominado por duas marcas: Peroni e Moretti, mesmo suas dark rossa beers oferecem pouca excitação.
Porém, na última década, houve uma grande mudança. As cervejas artesanais decolaram de um modo grandioso. A Itália tem agora 360 microcervejarias e, do nada, as cervejas de verdade representam 2% das vendas totais da bebida.
Particularmente no norte, é relativamente fácil achar uma boa cerveja. Em Genoa, em setembro, acontece o Super Birra Festival na beira-mar. Em Veneza, Milão e ao redor do lago Como, alguns dos melhores bares e lojas de vinhos possuem algumas interessantes criações locais. Enquanto algumas Hop-heads radicais podem ser descobertas em brewpubs em Milão, como o Birrificio Italiano ou nas lojas Eataly, que servem algumas das maiores cervejarias artesanais italianas, como a Le Baladin e a Birra del Borgo. Do mesmo modo, Roma tem agora vários ótimos bares de cerveja e lojas de bebidas.
Essa é uma virada, considerando que na década de 90 quase não haviam cervejas artesanais fabricadas comercialmente na Itália. Os pioneiros Birrificio Lambrate, do Birrificio Italiano, e Matterino "Teo" Musso, da Le Baladin, apenas começaram a fabricar em 1996. Agora, uma microcervejaria abre cada poucas semanas. Entre 2008 e 2010, 140 microcervejarias foram fundadas.
Davide Bertinotti, secretário do Movimento Birrario Italiano (MoBI), diz que existem diversas razões para o crescimento das cervejarias artesanais: "Originalmente começou em 1995, quando o parlamento italiano aprovou um projeto de lei que tornou o homebrewing legal e simplificou alguns processos para os brewpubs. A explosão veio por vários fatores: uma troca no consumo de bebidas com alto teor alcóolico - vinho - para bebidas de baixo teor alcóolico, porém, saborosas, e uma nova conscientização para a evitar a direção de veículos depois do consumo de bebidas alcóolicas: busca por saúde e comidas e bebidas genuinas. E o fato de que, na Itália, nós não temos uma tradição cervejeira. O que é novo, é elegante."
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Até se tornar nacional, grupo Petrópolis descarta venda
Depois que a japonesa Kirin comprou o controle da Schincariol, o Grupo
Petrópolis, dono das cervejas Itaipava e Crystal, se tornou o único
grande fabricante brasileiro de cerveja com capital exclusivamente
nacional. Mas, segundo o diretor de marketing e relações com o mercado
da Petrópolis, Douglas Costa, a empresa não tem interesse em ser o
próximo alvo de aquisição até se tornar nacional, meta que deve ser
atingida só em 2018.
"O presidente do grupo, Walter Faria, não pensa em venda ou fusão agora", diz Costa. "O objetivo é tornar a empresa nacional e, só depois, se for interessante para a Petrópolis, discutir alguma proposta". A Petrópolis concentra as suas vendas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do país, mas aos poucos vem expandindo fronteiras. "Estamos iniciando este mês a distribuição das nossas marcas em Manaus", diz o executivo, que já está presente na região Norte no Acre e em Rondônia.
No Nordeste, região que está entre as prioridades de Ambev e Schincariol, a Petrópolis mantém um distribuidor na Bahia, mas com volume pouco expressivo. "Com certeza, nossa próxima fábrica será aberta no Nordeste", afirma Costa, sem definir datas. De acordo com o executivo, seria necessário somar pelo menos mais cinco fábricas às atuais quatro para que a empresa atingisse presença nacional. Hoje o grupo trabalha com 130 distribuidores no país, chegando a cerca de 400 mil pontos de venda, e tem 10,1% do volume do mercado de cervejas.
Na terceira colocação no ranking dos produtores, depois da líder absoluta Ambev (que pertence à AB Inbev) e da Schincariol (agora Kirin), a Petrópolis permanece ainda à frente da Heineken que, no Brasil, é dona da Kaiser. Considerando que o mercado brasileiro se tornou um dos alvos prioritários dos grupos cervejeiros no mundo, uma vez que o consumo nos Estados Unidos e Europa está em declínio ou estagnado, é de se esperar que a Petrópolis chame ainda mais atenção daqui para frente.
"O presidente do grupo, Walter Faria, não pensa em venda ou fusão agora", diz Costa. "O objetivo é tornar a empresa nacional e, só depois, se for interessante para a Petrópolis, discutir alguma proposta". A Petrópolis concentra as suas vendas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do país, mas aos poucos vem expandindo fronteiras. "Estamos iniciando este mês a distribuição das nossas marcas em Manaus", diz o executivo, que já está presente na região Norte no Acre e em Rondônia.
No Nordeste, região que está entre as prioridades de Ambev e Schincariol, a Petrópolis mantém um distribuidor na Bahia, mas com volume pouco expressivo. "Com certeza, nossa próxima fábrica será aberta no Nordeste", afirma Costa, sem definir datas. De acordo com o executivo, seria necessário somar pelo menos mais cinco fábricas às atuais quatro para que a empresa atingisse presença nacional. Hoje o grupo trabalha com 130 distribuidores no país, chegando a cerca de 400 mil pontos de venda, e tem 10,1% do volume do mercado de cervejas.
Na terceira colocação no ranking dos produtores, depois da líder absoluta Ambev (que pertence à AB Inbev) e da Schincariol (agora Kirin), a Petrópolis permanece ainda à frente da Heineken que, no Brasil, é dona da Kaiser. Considerando que o mercado brasileiro se tornou um dos alvos prioritários dos grupos cervejeiros no mundo, uma vez que o consumo nos Estados Unidos e Europa está em declínio ou estagnado, é de se esperar que a Petrópolis chame ainda mais atenção daqui para frente.
Justiça caça liminar que impedia Kirin-Schincariol
A Câmara de Direito Empresarial de São Paulo cassou nesta terça-feira uma liminar que impedia o grupo japonês Kirin de assumir o controle da fabricante de bebidas Schincariol, informaram advogados dos controladores brasileiros.
No começo de agosto, a Kirin anunciou a compra do
controle da Schincariol por 4 bilhões de reais, mas os sócios
minoritários do grupo brasileiro conseguiram uma liminar na Justiça
barrando a operação.
"O efeito dessa decisão é um sinal verde para a
operação. Com a queda da liminar, o contrato de venda (da Schincariol) é
plenamente válido", disse Eduardo Munhoz, sócio do escritório de
advocacia Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados, que
representou os controladores Alexandre e Adriano Schincariol --que
detêm 50,45 por cento das ações.
Os minoritários --José Augusto, Gilberto e Daniela
Schincariol-- vão recorrer da decisão, e informaram em comunicado que
sua defesa já elabora um recurso.
"A Câmara Reservada de Direito Empresarial admitiu que a
venda das ações da Schincariol violou o direito de preferência dos
acionistas minoritários mas, ao mesmo tempo, decidiu que como a
compradora já fez o depósito relativo à compra, por 'razoabilidade', o
negócio irregular deve ser tocado em frente 'para não prejudicar a
empresa'", disse o comunicado dos minoritários.
Uma matéria do jornal Valor Econômico em setembro
relatou que a Kirin estava em negociações para comprar a parte dos
minoritários por 2,3 bilhões de reais.
Munhoz disse não ter confirmação de tal negociação, mas
afirmou que "a Kirin sempre apresentou uma postura amistosa e pacífica
com os minoritários".
"Acredito, pela postura da Kirin, que ela chegue em
alguma composição para aquisição (da fatia) dos minoritarios ou procure
conviver bem com eles", afirmou o advogado.
A Schincariol --dona das marcas Nova Schin, Devassa,
Glacial, Baden Baden e Eisenbahn, além de refrigerantes, sucos e água--
teve lucro líquido de 54 milhões de reais em 2010 e receita líquida de
quase 2,9 bilhões de reais.
Fonte: UOL
Cerveja Artesanal será vendida no Pan de Guadalajara
Se no Brasil a venda de bebidas alcoolicas é proibida em muitos
estádios, o México se prepara para vender uma cerveja fabricada
especificamente para um evento esportivo.
Durante o Pan de Guadalajara, que tem a cerimônia de abertura no
próximo dia 14, os torcedores poderão consumir cerveja dentro das arenas
dos Jogos.
“Preparamos uma fórmula especial tipo Pilsen 100% malte, clara, muito
aromática e leve, porque as pessoas estão mais acostumadas com este
tipo de cerveja”, disse Jesús Briseño, proprietário da Minerva, pequena
cervejaria da região de Guadalajara.
Briseño disse que a cervejaria produziu 180 mil latas de cerveja para
venda nas sedes do Pan. A cervejaria é parceira comercial do comitê
organizador dos Jogos.
O Pan de Guadalajara também tem como parceiro comercial uma fabricante de tequila, bebida típica da região.
Fonte: BOL
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Novas cervejas!!
Olá pessoal!
Temos novas cervejas chegando no Empório Fribourg nesse inicio de semana!!
De São Paulo, são a Sapultura Weizen e a St. Michael edição 2011, ambas pela Bamberg.
Direto da Oktoberfest, temos a Wunder Bier Schwarzbier., de Blumenau, Santa Catarina.
E do Rio, mais uma cerveja de Nova Friburgo, dessa vez a Rock Valley Bier Witbier, dos amigos do blog Cervejeiros Amadores.
E lembre-se, caso você queira ver a sua cerveja vendendo no Empório Fribourg, nos mande um e-mail para contato@emporiofribourg.com.br.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
História da Cerveja em Nova Friburgo
Artigo escrito por Janaina Botelho, do blog História e Memória:
Na primeira metade do século XIX, a cerveja consumida no Brasil era
importada da Inglaterra. Com a chegada de imigrantes alemães ao Brasil
nesse período, o país passa a ganhar suas primeiras fábricas de cerveja.
Na colônia alemã de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, fundada em
1826, os alemães importaram o lúpulo e abriram uma fábrica de cerveja,
sendo talvez uma das primeiras do Brasil. Em abril de 1861, Pedro
Gerhart abre em Friburgo uma fábrica de cerveja e mais adiante Eduardo
Salusse com igual estabelecimento. A cerveja torna-se novidade e hábito
de consumo do brasileiro a partir do início do século XIX, influência
dos ingleses assim como o pão de trigo e o chá. Além dos primeiros
colonos alemães que migraram para Nova Friburgo em 1824, o município
recebeu em 1892, 703 imigrantes alemães do total de 1.421 que imigraram
para a região serrana. É possível que Albano Beauclair tenha vindo neste
grupo.
E é a partir de então que se inicia a história da cerveja Friburgo Brau.
O Sr. Albano Beauclair abre em 1893, uma fábrica e cervejaria em
Friburgo, a Cervejaria Beauclair, possivelmente em razão da excelente e
notória qualidade da água de Friburgo, conhecida até mesmo por suas
características medicinais. Situada à margem do Rio Santo Antonio, atual
Rua Mac-Nivem, era um importante espaço de sociabilidade na cidade. A
fábrica de cerveja Beauclair importara todos os aparelhos da Alemanha,
onde produzia em média vinte e duas mil garrafas mensalmente. Possuía
ainda uma sofisticada máquina de lavar garrafas e outra que
experimentava a resistência das mesmas, à base de gás de ácido
carbônico. Para o verão, utilizava um resfriador Patent de Neubecker, um
engenhoso aparelho para manter a cerveja sempre geladinha. A cervejaria
Beauclair adotava o sistema de Munich não só quanto ao maquinário, como
no processo de fabricação. O Sr. Albano de Beauclair tinha o diploma de
mestre fabricante de cerveja, conferido pela Escola de Cervejaria de
Worms, localizado na Alemanha. A fábrica produzia a famosa e saborosa
cerveja Friburgo Brau, um produto especial da casa exportada para outras
regiões, sendo considerada uma das melhores cervejas nacionais. A
Friburgo Brau era muito exaltada nos jornais e um dos orgulhos da
cidade. O jornal descreve a Cervejaria Beauclair como “um sítio
aprazível, onde a natureza traja sempre galas”, o que seria, na verdade,
um Biergarten. O conceito de cervejaria que se difundira no século XIX,
as denominadas biergarten, eram locais situados em áreas arborizadas,
com jardins, normalmente próximos a um rio, onde se espalhavam mesas e
bancos de madeira. Nestes locais, cada um levava seu próprio farnel ou
refeição e consumia a cerveja vendida no local. Atualmente, na Baviera, a
exemplo de Munique, as biergarten conservam a mesma tradição de
outrora. No entanto, já fornecem refeição aos freqüentadores. Logo, a
Cervejaria Beauclair aproximava-se desse conceito de biergarten.
Em 1907, Albano Beauclair arrendou a fábrica a Bernardo Dias e
companhia, mas continuou a prestar seus serviços. Ao que parece o Sr.
Beauclair falecera neste mesmo ano. O novo proprietário mudou o nome
para Fábrica de Cerveja Germânia. Neste período, a Cervejaria Germânia
já possuía diversas máquinas de pasteurização, lavagem das garrafas,
arrolhamento, etc. A cerveja germânia era descrita como de cor topázio,
de espuma argêntea e “aurivibrante”. As garrafas tinham rótulos
litografados em letras art noveau com o nome de Germânia, impresso em
tinta vermelha. Já se providenciava a substituição das rolhas de
cortiça, presas a arame, por outras do sistema teutonia. Temos o
registro de que a Fábrica Beauclair funcionava ainda em 1930, tendo como
proprietários Lima Jaccoud & Companhia. Outra cerveja produzida em
Friburgo no final do século XIX foi a Cerveja Suspiro, de propriedade de
Gonçalves & Bastos que exportava igualmente para vários pontos do
estado. Ainda uma vez foi a natureza que privilegiou Friburgo, pois foi a
qualidade de suas águas que gerou a indústria da cerveja local. Como se
dizia à época sobre as águas de Friburgo: “Fazia lenir as dores dos que
sofriam e até mesmo ressuscitava os quase-mortos.” Mas também rendeu
aos nossos antepassados uma boa cervejinha gelada.
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Olá a todos!!
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segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Google lança sua própria cerveja
O Google acaba de lançar sua cerveja. Isso mesmo que você leu! A empresa fez uma parceria com a cervejaria americana Dogfish Head e produziu a chamada URKontinent, que reúne ingredientes do mundo todo, escolhidos através de sugestões feitas pelos próprios funcionários do Google.
A bebida tem o estilo belgian dubbel. Em sua composição, estão
ingredientes vindos de várias partes do mundo: uma espécie de chá verde
da África, por exemplo, dá um aroma diferente, e um mel específico da
Califórnia acrescenta uma doçura sutil.
De acordo com o site CNet, um porta-voz da empresa disse que o Google
não pretende lucrar com a venda da bebida e que ela foi desenvolvida
por “um grupo de empregados da própria empresa que é aficionado por
cerveja artesanal”. O executivo também comenta que o Google não tem
planos para entrar no ramo cervejeiro.
O grupo de desenvolvedores experimentou a bebida durante um hangout
no Google+. Pela reação, a cerveja ficou realmente saborosa. Segundo o
Huffington Post, o Great American Beer Festival, nos EUA, teve a
URKontinent à disposição do público para ser degustada.
Veja abaixo um vídeo que mostra o projeto todo, desde a escolha dos ingredientes até a tão esperada degustação. Confira:
Fonte: Brejas.com.br
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